Cheguei um dia a acreditar em grandes contos de fadas. Eu menina, eu mulher de olho em um imaginário meu, apenas meu. E agora? Cadê toda aquela magia envolvente que fazia com que eu voasse entre as névoas de cada noite? E agora, aonde se meteu aquele pequenininho sonho de voar entre as estrelas. Cadê? Cadê a minha coragem em voar e cortar o céu junto de minha águia colorida. De minhas fadas pequenitas. De meus doendes tão (...) meus. Aonde está as mãos dadas do destino e os passos dos meus caminhos? Pode ser, ou mesmo, talvez até seja o começo de uma vida que precise caminhar sozinha. Só! Para aprender a andar apenas comigo e sem asas entre toda essa escuridão.
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