Heart Chat Bubble

About our love...

Às vezes eu me pergunto, onde eu errei. Se errei quando quis por um começo na história mais mirabolante da minha vida ou se quando eu realmente decidi por um fim nela, com direito a ponto final e não reticências. Nunca fui a pessoa mais "expert" do mundo sobre relacionamentos, muito pelo contrário desde o dia que resolvi que queria ficar com meninos, tudo se tornou uma tremenda confusão e nessa vida só dei cabeçadas. O que é uma pena. Eu tinha muitas coisas nas quais podia acreditar antes e que hoje não acredito mais.
Não sei porque comecei a escrever esse texto, mas sei que tudo está me chateando bastante de uns dias pra cá. Eu conheci um cara e ficamos juntos dois anos. Não foram dois dias ou dois meses. Foram dois anos. Um pouco mais pra ser exata. Foram dois anos, três meses e nove dias. Totalizado em 829 dias. Muitas idas e vindas. Muito amor construído, mas ainda mais dissapado. Realmente, acho que não nasci pra ficar com alguém nessa vida, acho que toda minha autosuficência tem algum significado de fato. E eu gostava dele, gostava tanto que no dia que eu decidi por um ponto final, eu chorei até o peito doer. E esse é o nosso problema: amor demais, vontade demais, palavras demais e capacidade e força de vontade de menos. Mas eu realmente entendo que existam outras prioridades na vida que um homem e uma mulher, apenas isso nunca entrou na minha cabeça, por meus motivos tão pessoais.
Tenho certeza que dessa vez vou escrever 6546878456415676843 de textos, uma vez que o coração tá tão apertado que pode subir pela garganta. Meu erro, talvez, tenha sido ser dependente demais. Eu sempre me entreguei demais. Eu nunca soube estar em algo que não fosse de corpo, alma e coração, e as pessoas não entendem que eu SOU assim. Eu apenas não transpareço, mas por dentro transbordo por qualquer coisa. Não sou mais tão boba e tão ingênua pra me sentir abalada por toda essa situação, mas também não sou de ferro e eu me decepciono. E quem sabe um dia eu aprendo que a gente vive nesse mundo para aprender a ter um coração de pedra; ninguém tem mais amor por ninguém, como já diz o sábio Criolo "não existe amor em SP" e cheguei num momento que eu não quero mais nada disso pra mim. Não nasci pra isso, não tenho vontade e nem ânimo mais.
Sei lá, acho que tá no momento de ficar sozinha e pensar. Talvez decidir o que vai ser melhor pra mim daqui por diante.

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