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Sobre o não se apega, não...

Depois de três dias lendo o livro da Isabela Freitas "Não se apega, não" decidi que escreveria sobre ele, que me consegui ler em únicos 3 dias. Até porque me opus a lê-lo a princípio. Digamos que eu tenha condenado o livro pela capa.
Mas me surpreendi como este livro de certa forma abriu minha mente.
Pelo garoto babaca que eu de certa maneira amei anos a fio, que não passou de um garoto babaca do meu passado. E eu precisei deixa-lo ir. Se eu não tivesse deixado-o ir, passaria uma vida inteira ainda lamentando-me sobre o que eu fiz de errado naquele relacionamento. E graças ao não se apega, não,  eu pude perceber que eu vivia prendendo-me extremamente a um passado que passou há tanto tempo. E fazia questão de trazer relacionamentos acabados para minha vida, passando o que eram pros meus amores atuais, acabando com os meus relacionamentos, porque eu realmente acreditava que todos eram iguais. Mas não, nem todos são iguais.
Nós garotas encaramos três tipos de amores na vida. Concluo por fim, que encontrei todos, ou pelo menos eu acho.
o amor infantil, aquele que a gente acha que nunca vai viver sem, acho que tive uns 5 ou 6, e pelo menos metade deles começava com J. Já tive, e olha só aprendi muito bem a viver sem.
o amor que machuca, destroça: aquele amor que deixa a gente insano, quebrando princípios, brigando com amigos, família, deixando tudo pra trás por aquela pessoa e que no fim, notamos que ele era um babaca. Que só nos usou enquanto lutávamos sozinhas e ele fugia.
E o amor, o amor que é só amor. Que cuida, que mima, que quer estar junto, quer estar perto. Que é amor, sem pedir nada em troca.
Só existe um porem, eu consegui acabar com todos eles. Sozinha.
Esse é o meu maior defeito.
E existe um outro lado, não vejamos só os lados negativos não é? Eu aprendi a dar valor depois das cabeçadas, é claro. As pessoas, aos sorriso e aos momentos. E aprendi a valorizar por que senti falta, uma falta que doeu o peito e dilacerou. Mas enfim, erros e sacrifícios se fazem necessários para aprendermos algo e não diremos que é fácil.
Às vezes mudar é preciso e se faz preciso. Eu mudei e mudo constantemente. Precisando de crescer, fazendo novas escolhas. E é isso que tem sido tão importante ultimamente, viver. Viver é a melhor coisa que posso fazer por mim e por todos os que estão próximos a mim, viver apenas, sem planos, sem anseios e sem mais tropeços de dar passos maiores do que as pernas, viver no fim, um dia após o outro. Apenas isso, um dia após o outro. E lembrar-se sempre do quanto o amor realmente vale.


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