Eu sou o fantasma de uma garota que eu mais queria ser. Eu sou a concha de uma garota que eu costumava conhecer tão bem...
Dançando lentamente em um quarto vazio será que a solidão pode tomar o seu lugar? Eu canto uma tranquila canção de ninar para mim mesma. Esqueço você e deixo a solidão entrar para consumir meu coração de novo.
Estou com medo demais de entrar para a dor de mais uma noite sem amor, pois a solidão vai ficar comigo e me abraçar até eu adormecer.
Pedaços quebrados de uma história que mal respira, onde um dia houve amor... Agora só existe eu e a solidão.

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